dezembro 23rd, 2011 § Deixe um comentário
em algum ponto da dublinesca, o ribas fala do homem como ser de espera, ou seja, que significa o intervalo entre ele e as coisas. autopista del sur obvia esse movimento: a fila é um lugar onde espaço e tempo deformam. as personagens sem nome perdem a conta dos dias e dos metros avançados, é esse o ponto de partida de uma sistematização que chega às raias do militarismo e se dissolve. lml.
é muito difícil falar do livro + importante
dezembro 23rd, 2011 § Deixe um comentário
(känslan som gror, dungen, no som,
piadas saindo de um carro de som na rua)
ainda me impressionam los mejores relatos latinoamericanos (alfaguara), ganhei em 2002. até hoje ali tem o cortázar e o rulfo que eu mais curto, um borges de entressafra, um bioy casares. ñ descubro se é uma edição infantojuvenil. capa começada a amarelo-desbotar: cacto e sol asteca contra o céu e o chão amarelo. papel jornal, diagramação simplória. esses 4 contos se desdobraram em (re)leituras infinitas de outras coisas, o resto da seleção (carpentier, garcía márquez) não. lml.