fevereiro 24th, 2012 § Deixe um comentário
((do not feed the) oyster, do stephen malkmus and the jicks, no som)
a gate at the stairs não narra transição. não narra o ponto de viragem mais do que cronológico dos 20 anos. representação ali é tão densa que parece estanque em cada momento, não transita, não transige. presentificada no detalhe do detalhe¹ das mãos e na relação entre esse detalhe e o resto. e isso que é um livro vasto no seu confinamento temporal, percorre as distâncias curtas minuciosamente. lml.
¹característica comum na lit americana, que a lorrie moore exacerba, outra que ela exacerba é o gosto por tecnicismos muito específicos e intraduzíveis
fevereiro 14th, 2012 § Deixe um comentário
levarei 2 livros pra sbc, a cidade que abaixa minha média diária de cafézinhos: o gate at the stairs interminável e inescrutável por causa da densidade do personalismo ali e o galardoado daimon junto à porta que eu andava muito querendo ler e o João, meu editor no mais1livro, mandou gentilmente. esse eu espero que dê pra resenhar. li um pouco, pareceu legal. lml.
fevereiro 10th, 2012 § Deixe um comentário
(last train to satansville, do swervedriver, no som)
Joey Berglund tem 18 e Tassie Keltjin tem 20 no 11/9/01. a reação é parecida, mas do que de indiferença, de esforço pra ficar indiferente. Liberdade é narrado de um jeito que diminui o espaço de voz do Joey, mas fica claro esse esforço. A Tassie é a narradora de a Gate in the Stairs, vamos ver. Aliás, eu fiquei de cara com como a lista de livros preferidos do Franzen tem livros que eu gosto. lml.