may your hats fly as high as your dreams

outubro 11th, 2011 § 6 Comentários

esta resenha vai enrolando até dizer no final o que achou do disco, glosa outras coisas. atentem para a expressão levemente desatualizado. quando funcionário de megalomaníaca livraria, tive desconto suficiente pra comprar quase toda a produção literária brasileira corrente, sem distinção. eu sair pra escrever o SpPeO, acabar a grana, coincidiu com ler isso aqui. resultado, clausuras; ao invés de formar pilhas de livros, só inverto o sentido das que já existem à medida que leio do que está no topo para o que está na base. borges diria: aqueles livros lá já são um macrocosmo ineludível. lml.

a práxis poético-narrativa (sou chique)

setembro 27th, 2011 § 2 Comentários

estou cansado. se eu apertar os olhos sai informação, provavelmente inútil. estou lendo uma tese de mestrado sobre o Saer. o ser humano é tão filho da puta que até de academicismo¹ (na nota de rodapé, pra não obrigar a ler) ele rouba algo que o justifique. e ao romance que está escrevendo a passo de tartaruga.

hoje, trabalho. ontem foi massa, enchi o caderninho de esboços de esboços de capítulos. certas palavras que eu nunca tinha escrito escrevi ontem, tipo chimarrão. por falar em chimarrão, sempre me perguntei por que a dedicatória do Hotel Atlântico é pro Tabajara Ruas. lml.

1: “Na passagem, observamos acentuado adensamento da narrativa, resultante do firme propósito do narrador de captar o instante e descrever o espaço circunstante que envolve o breve acontecimento. O expandido gesto de esmiuçamento dos dados referenciais e sensoriais que conformam o espaço-tempo dessa circunstância e a deliberada pormenorização dos diferente estratos e regiões que configuram o mundo das coisas sensíveis das personagens interditam provisoriamente o encadeamento episódico do relato, derramando sobre o leitor uma miríade de sentidos e significados latentes na corrente textual.”  (Thomaz, Paulo César. El Entenado, a práxis poético-narrativa de Juan José Saer. USP. 2001)

na pausa pra colocar o café pra fazer

setembro 20th, 2011 § Deixe um comentário

eu achei que essa degravação de entrevistas de doutorando em educação a aleatórios me traria, senão umas histórias legais de vida, pelo menos um certo tino pra registrar o jeito como as pessoas realmente falam. tudo que eu ganhei foi dor nos braços. A lição que o velho Muta não ensinou, coloquialidade também é estilização, nem mais nem menos pura.  lml.

Onde estou?

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